27 out , 2012
SÁB
fora de cena árvore que somos Um espetáculo que celebra o apego à terra e, sem exotismo ou paternalismo, reflecte sobre a nossa gente.
Classificação
Maiores de 4
Duração
60 minutos
27 out , 2012
SÁB
Um espetáculo que celebra o apego à terra e, sem exotismo ou paternalismo, reflecte sobre a nossa gente.

fora de cena

Classificação
Maiores de 4
Duração
60 minutos

Calendarização

27 out
sáb
Tondela  (ADCRS - S. João do Monte)
20 out
sáb
Tondela  (Assoc. Solid. Social Ferreirós do Dão)
13 out
sáb
Vouzela  (Associação Amigos de Vasconha)
13 out
sáb
Viseu  (Pq. Aquilino Ribeiro; Viseu)
29 set
sáb
Tondela  (Alvarim (Actualização))
09 set
dom
Tondela  (Tonda)
08 set
sáb
Tondela  (Canas de Santa Maria)
06 set
qui
Tondela  (Nandufe)
05 set
qua
Tondela  (Mosteiro de Fráguas)
07 jul
sáb
Mértola  (Sáb. 7 Jun'12, Mértola)
06 jul
sex
Mértola  (sex, 06 Jul'12, Mina S. Domingos (Mértola))
05 jul
qui
Mértola  (Qui, 05 Jul'12, Corte Sines (Mértola))
04 jul
qua
Mértola  (Qua. 04 Jul'12, Mesquita (Mértola))
03 jul
ter
Mértola  (Ter. 03 Jul'12, Moreanes (Mértola))
02 jul
seg
Mértola  (Seg, 02 Jul'12 Monte Gato (Mértola))
30 jun
sáb
Mértola  (Sáb. 30 Jun'12, Via Glória (Mértola))
29 jun
sex
Mértola  (Sex, 29 jun'12, S. Pedro de Sólis (Mértola))
28 jun
qui
Mértola  (Qui, 28 Jun'12, Martinhares (Mértola))
27 jun
qua
Mértola  (Qua, 27 Jun'12, Algodôr (Mértola))

árvore que somos

— Obrigado! Fico, para que as saudades não magoem. Sinto-me apegada a este chão, não o abandono. Ocupamos os lugares onde a nossa memória não se sinta órfã.
(…)

As escolhas que o coração dita são difíceis de explicar por palavras.
Mão que por si escolhe o que semeia é a que dá valor ao que faz nascer.
Esta fala de uma das personagens, Aquefica, pode consubstanciar o impulso afectivo que motivou a construção deste espectáculo.

Celebra-se o apego à terra e, sem exotismos ou paternalismo, reflecte-se sobre a nossa gente. Procura-se transmitir, afectivamente, sinais de uma relação de autenticidade com muitos nossos iguais, que nos deixaram marcas distintivas do que somos e das inquietações que sentimos.
Procuramos afirmar a importância do teatro, enquanto prática artística de militância comunitária. Sem pretensiosismo de oferecer soluções, mas humildemente eficaz no advento de atitudes que favorecem o discernimento. Ao invés duma contemplação da desertificação ou o desequilíbrio ambiental, pensar que tudo pode ser mais natural e verdadeiro. Como simplesmente se expressa Aquefica, quando Aquevai se mostra preocupada pela sua solidão e desistência de sonhar:
— Floresto a solidão com esta ocupação para remediar a ausência.
(…)
Quando a espera conforta, desistir magoa.

Ficha técnica e artística

Encenação e Dramaturgia: José Rui Martins
Interpretação: Ilda Teixeira e Sandra Santos

Cenografia e cartaz: Zétavares
Desenho e operação de luz: Paulo Neto
Música - arranjos e flautas: Luísa Vieira
Mistura de som: Luís Viegas
Costureira: Mª Lurdes Sá Pereira
Colaboração na cenografia: Manuel Matos Silva
Colaboração na construção e montagem: Serralharia Luis Carlos Marques Figueiredo, Carpintaria Carmosserra e Ambiplanta (Molelos)
Produção executiva: Marta Costa
Agradecimentos: Ginine e Jossois II

Excertos de poemas de:
António Gedeão – “Poema das Árvores”;
António Ramos Rosa – “Cada árvore é um ser para ser em nós”;
José Rui Martins – “Árvore Sozinha”, “Solitarengo Abandonelho” e “O Caminho de um Desejo”;
Julio Numhauser - “Todo Cambia”;
Paulo Gracino – “A Origem do Universo e a Teoria da Evolução”.

*Adaptação livre a partir de “The giving tree”, e “L´Homme qui plantain dês arbres”

Estreia em Junho de 2012

96ª produção do Trigo Limpo teatro ACERT


Galeria de Imagens