27 mar
SEG
teatro CARTAS DE GUERRA (61-74) Casa da Esquina | Coprodução RTCP TAGV, TMOurém, Cineteatro Estarreja e Novo Ciclo ACERT O que ficou nas entrelinhas e escapou à censura do regime fascista português – as lacunas, as subjetividades e silêncios dos portugueses durante a Guerra Colonial, num espetáculo de teatro entre a realidade e a ficção a partir da correspondência de quem viveu esse período.
Classificação
Maiores de 12
Duração
70 minutos
Preço

ENTRADA GRATUITA
Celebração do Dia Mundial do Teatro

27 mar
SEG
O que ficou nas entrelinhas e escapou à censura do regime fascista português – as lacunas, as subjetividades e silêncios dos portugueses durante a Guerra Colonial, num espetáculo de teatro entre a realidade e a ficção a partir da correspondência de quem viveu esse período.

teatro

dia mundial do teatro

Co-Produção RTCP

Classificação
Maiores de 12
Duração
70 minutos
Preço

ENTRADA GRATUITA
Celebração do Dia Mundial do Teatro

Calendarização

27 mar
seg
21:45
2023
Tondela  (Auditório Carla Torres)

CARTAS DE GUERRA (61-74)

Casa da Esquina | Coprodução RTCP TAGV, TMOurém, Cineteatro Estarreja e Novo Ciclo ACERT

Comemorações do Dia Mundial do Teatro 2023

 

“Cartas de Guerra” (61-74) é uma criação de Ricardo Correia que cruza o universo documental e o ficcional para investigar o passado colonial português.

A partir da investigação de Joana Pontes sobre 13 anos de correspondência entre militares mobilizados para a Guerra Colonial e os seus familiares que ficaram em Portugal, e da mistura com o que teria sido escrito a partir da correspondência queimada entre os seus pais, na mobilização do seu pai na Guiné-Bissau em 73/74, o criador caminha entre duas linhas: a da história subjetiva e a da História oficial, dando a conhecer o que ficou nas entrelinhas e escapou à censura do regime fascista português – as lacunas, as subjetividades e silêncios dos portugueses durante a Guerra Colonial.

“Cartas de Guerra (61-74)” é o seguimento do projeto documental “Exílio(s) 61-74”, criado em 2017, que procurava desvendar o interior desse viver português, do ciclo migratório que tem a sua origem vários séculos antes e em que o futuro era lá fora. Com este novo espetáculo, a tentativa é de reconstruir a memória e os seus mecanismos para compreender o presente, para saber quem somos, como chegámos até aqui e o que ainda podemos ser.

 

Sobre Ricardo Correia (1977)
Diretor Artístico da Casa da Esquina, onde desenvolve trabalho de criação transdisciplinar em regime colaborativo, investindo numa dramaturgia original, de mediação entre o real e a ficção, do arquivo como prática, implicando o documental, o autobiográfico, a pós-memória e o questionamento do território.

Calendarização

27 mar
seg
21:45
2023
Tondela  (Auditório Carla Torres)

Ficha técnica e artística

Texto, Encenação, Espaço Cénico: Ricardo Correia
Interpretação: Cláudia Carvalho, Fábio Saraiva, Luís Pedro Madeira, Matilde Fachada e Ricardo Correia
Música e desenho de som: Luís Pedro Madeira
Apoio ao Movimento: Rita Grade
Direção e Operação Técnica: Diogo Marques
Fotografia: Carlos Gomes
Registo Vídeo: Amândio Costa Bastos
Design: Joana Corker
Vídeo e Desenho de luz: Ricardo Correia
Cabeleireiro: Ilídio Design by Carlos Gago
Direção técnica, Figurinos e Produção: Casa da Esquina – Associação Cultural
Espetáculo com a cumplicidade do Comité Dissonante: Joana Brites, Jorge Louraço, Nuno Lucas, Sónia Ferreira e Vanesa Sotelo
Coprodução: Cineteatro de Estarreja; ACERT (Tondela); TAGV (Coimbra)  

 

CASA DA ESQUINA é uma estrutura apoiada e financiada pela República Portuguesa | DGArtes e município de Coimbra.