23 out
sex
21:45
teatro Ouro Negro Gambozinos e Peobardos – Grupo de Teatro da Vela A febre do volfrâmio e o seu impacto no quotidiano de tantas comunidades, num espetáculo dos Gambozinos e Peobardos.
Duração
60 Min.
Preço
Normal: 7,5€ / Associado: 5€ / Descontos: 6€ / Desempregado: 2,5€
Preço de família disponível
23 out
sex
21:45
A febre do volfrâmio e o seu impacto no quotidiano de tantas comunidades, num espetáculo dos Gambozinos e Peobardos.

teatro

estreia

Duração
60 Min.
Preço
Normal: 7,5€ / Associado: 5€ / Descontos: 6€ / Desempregado: 2,5€
Preço de família disponível

Calendarização

23 out
sex
21:45
Tondela  (Auditório 2 (estreia))
24 out
sáb
21:45
Tondela  (Auditório 2)
27 out
ter
10:00
Tondela  (Auditório 2 (Pub. escolar))
28 out
qua
10:00
Tondela  (Auditório 2 (Pub. escolar))

Ouro Negro

Gambozinos e Peobardos – Grupo de Teatro da Vela

Na 15ª criação dos Gambozinos e Peobardos – Grupo de Teatro da Vela, uma dramaturgia portuguesa volta a estar em cena: Ouro Negro, a partir do conto de Pedro D´Alte, “Os Amadores de Pedras” depois de uma residência artística no Novo Ciclo Acert.

Nos anos 40 do século passado, por causa do minério, roubou-se, matou-se, fizeram-se as piores patifarias. Até pessoas de boas maneiras e das mais variadas categorias sociais perderam o juízo, alienadas sob a ilusão da riqueza do volfrâmio. Foi com todas estas estórias que nós crescemos, com muito ou pouco sangue, com um ou dois copos de vinho, no crepitar da lareira ou nas margens da ribeira, crescemos a ouvir falar de um Ouro Negro, o Minério.

Sobre o grupo:
Gambozinos e Peobardos - Grupo de Teatro da Associação Cultural e Desportiva da Vela foi fundado em Abril de 2005. Desde então, o seu trabalho tem recaído num conjunto de propostas que sugerem reflexão sobre o local onde se inserem, as suas características e a sua população. Os seus espectáculos, festivais e intervenções artísticas espelham uma vontade de valorizar uma identidade definida pela sua geografia - região interior - e a sua realidade social, composta por uma acentuada vivência rural e um forte sentimento de isolamento e, por outro lado, por um forte impacto de desenvolvimento.

Ficha técnica e artística

A partir do conto “Os Amadores de Pedras” de Pedro D´Alte
Dramaturgia, encenação e interpretação : António Rebelo e Pedro Sousa
Interpretação musical: Gustavo Dinis
Poemas: António Manuel Gomes
Música : João Afonso e Gustavo Dinis
Desenho de luz: Paulo Neto
Figurinos e adereços: Adriana Ventura
Movimento: Juliana Gamas
Apoios: Fundação GDA, ACERT, Câmara Municipal do Sabugal, Câmara Municipal da Guarda, Câmara Municipal de Celorico da Beira e Junta Freguesia da Vela
Projeto criado em residência artística no Novo Ciclo ACERT