27 out , 2019
DOM
teatro A forja Teatro Experimental de Mortágua A partir de um texto de Alves Redol, um olhar sobre a luta pela sobrevivência e também pela dignidade.
Classificação
Maiores de 12
Duração
85 min.
Preço

Preço: 2€

27 out , 2019
DOM
A partir de um texto de Alves Redol, um olhar sobre a luta pela sobrevivência e também pela dignidade.

teatro

Classificação
Maiores de 12
Duração
85 min.
Preço

Preço: 2€

Calendarização

27 out
dom
16:00
Tondela  (Auditório 2)

A forja

Teatro Experimental de Mortágua

A Forja é uma obra de intensa emoção, tragédia inquietante, audaciosa, surpreendente de técnica modelar de processo e completa na segurança dos seus efeitos dramáticos, onde o romancista se imobiliza para deixar vir a primeiro plano o dramaturgo potencial, o animador de figuras que, no entanto e não raras vezes, entroncam perfeitamente com as personagens mais vincadamente sociais da sua obra romanesca.
Trabalho empolgante, de um dramatismo sombrio e brutal, esta peça revela a mesma estrutura realista dos romances de Alves Redol e a simbologia nela expressa enraíza-se na mesma pertinente temática do ficcionista: a luta do Homem pela sobrevivência e pela conquista da dignidade.

Teatro Experimental de Mortágua
Formado no início do ano 69 com as dificuldades próprias de uma época “fechada” em termos de cultura), o grupo conseguiu mesmo assim uma ação meritória ao pôr de pé alguns espetáculos que no tempo foram autênticas pedradas no charco e de que se destacam: A Sapateira Prodigiosa, Um Pedido de Casamento, A Invenção do Amor, e Festim De Baltasar. O grupo já produziu cerca de 56 espetáculos teatrais, a maior parte de autores portugueses.

26 e 27 de outubro

MOSTRA DE TEATRO AMADOR

Esta mostra, que terá continuidade ao longo da programação do próximo ano, pretende dar um destaque especial ao trabalho desenvolvido por companhias que se mantêm no ativo pelo prazer de estar num palco, num ato único e irrepetível, num ato de amor pelo teatro.
É também um olhar para o que foi, muito orgulhosamente, a origem do Trigo Limpo teatro ACERT, uma evocação de tempos idos e felizes, berço dos tempos de agora onde, mais crescidos, temos a capacidade de reconhecer que o caminho se faz caminhando.

Ficha técnica e artística

Autor: Alves Redo
Encenação: Manuel Ramos Costa
Cenografia: António João Lobo
Adereços: David Oliveira
Figurinos: Manuel Ramos Costa
Desenho de luz e Som: António João Lobo
Interpretação: Anabela Jorge, David Oliveira, Décio Rosa, Fátima Reis, Fátima Vicente, Francisco Vicente, Helena António, Hugo Mello, José Carlos, São Garcia e Tony Nobre