15 jul , 2017
SÁB
teatro Annus horríbilis (es) Chévere 3.0 Uma opereta atravessada por intrigas cortesãs que se estreou em Santiago de Compostela em 1994. Nos 30 anos da companhia teatral Chévere, Annus Horríbilis volta a subir ao palco principal do Tom de festa!
15 jul , 2017
SÁB
Uma opereta atravessada por intrigas cortesãs que se estreou em Santiago de Compostela em 1994. Nos 30 anos da companhia teatral Chévere, Annus Horríbilis volta a subir ao palco principal do Tom de festa!

teatro

Calendarização

15 jul
sáb
Tondela  (Palco 1)

Annus horríbilis (es)

Chévere 3.0

A tripulação do grupo Chévere desembarcou pela primeira vez na ACERT em 1995, para apresentar Annus Horríbilis, uma pequena ópera portátil que depois percorreria boa parte de Portugal com grande sucesso. A cumplicidade que naquele momento surgiu entre a gente do Chévere e do Trigo Limpo foi tão potente que desde então fez desaparecer as fronteiras geográficas e culturais entre a Galiza e Tondela. Agora, em 2017, Chévere cumpre 30 anos sobre os palcos e regressa ao Tom de Festa com esta obra musical para fazer um único espetáculo em Portugal e juntar-se à celebração dos 40 anos da ACERT.

Annus Horríbilis é uma pequena ópera portátil integralmente cantada em galego. Uma picadora cénica que esmiúça os estereótipos do género lírico e reinventa uma fórmula de teatro musical dificilmente classificável. As tribulações da família real britânica são trasladadas para a Galiza para encenar intrigas cortesãs, romances ilegítimos e lutas entre duas antigas linhas dinásticas: os Tamara contra os Cunters. Cinco cantores, um pianista e um apresentador. Por acaso uma ópera precisa de mais alguma coisa?

Dedicamos este espetáculo à memória de Fran Pérez Narf, compositor da música de Annus Horríbilis e integrante daquela tripulação original de Chévere, um criador galego que encontrou na ACERT a sua outra casa e navega para sempre pelos mares sonoros da lusofonia.

En escena: Patricia de Lorenzo, Miguel de Lira, Manuel Cortés, Borja Fernéndez, César Goldi. Pianista: Suso Alonso. Presentador: Xron. Música: Fran Pérez. Libreto: Pepe Sendón. Dirección e dramaturxia: Chévere. Iluminación: Fidel Vázquez. Son: Xurxo Pinheiro. Comunicación: Xana García. Unha produción Chévere co apoio do Concello de Santiago de Compostela. Chévere é compañía residente no concello de Teo.

Chévere recibiu o Premio Nacional de Teatro en España en 2014