24 abr, 2016
DOM
lançamento de livro Com três novelos O mundo dá muitas voltas Um livro sobre a liberdade e a necessidade de questionarmos o mundo, na véspera de celebrarmos a Revolução dos Cravos
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Entrada gratuita

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Um livro sobre a liberdade e a necessidade de questionarmos o mundo, na véspera de celebrarmos a Revolução dos Cravos

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24 abr
dom
17:00
  (Bar ACERT)

Com três novelos

O mundo dá muitas voltas

Em busca de um lugar mais livre, onde todos os meninos possam ir à escola, uma família muda-se para outro país. No entanto, apesar de diferente, o país novo que a acolhe está longe de ser perfeito e, neste novo mundo cinzento, a falta de liberdade sente-se em coisas tão simples como escolher a cor da camisola que se quer vestir pela manhã...
É então que uma mãe entra em ação.
Na verdade uma mãe, um par de agulhas e três novelos de lã...

Com as cores de sempre, as mesmas cores de sempre, esta mãe vai lançar mãos à obra e despertar uma pequena revolução na cidade!

Baseada em factos reais, esta história inspira-se na aventura de uma família portuguesa que, no final dos anos 60, fugiu à ditadura do Estado Novo e viveu uma experiência de exílio em vários países.

Esta obra foi selecionada para os Prémios Amadora BD 2015 para Melhor Ilustração de Livro Infantil na categoria de Autor Português.

Ficha técnica e artística

Henriqueta Cristina

Nasceu em 1960, em Vila Nova de Gaia, numa família com muitos irmãos tios, primos e histórias. (As famílias são lugares cheios de histórias.)

Além de Henriqueta Cristina, também lhe chamam Kuki. (Os nomes das pessoas têm histórias extraordinárias.)

Licenciou-se na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, é professora há mais de 30 anos e acredita que há um semeador no coração de quase todos os professores. (Também teria gostado de ser agrónoma, mas isso é outra história…)

Gosta do mar, de música e da música do mar; de ler, escrever e viajar; de lírios e montanhas; Gosta de cozinhar e de juntar família e amigos à volta de receitas e memórias. (As memórias e as histórias também andam quase sempre de mãos dadas.)

(Falar assim, de mim, na 3ª pessoa, é como contar uma história.)

 

 

Yara Kono

Nasceu em São Paulo, Brasil, em 1972.

Começou os seus primeiros sarrabiscos na parede da saleta. A mãe, que de início não ficou nada satisfeita, acabou por ceder aos «dotes artísticos» da filha. Da parede para o papel, do papel para o computador... assim passaram os anos.

Desde 2004 faz parte da equipa do Planeta Tangerina.

Em 2008 recebeu com Isabel Minhós Martins, uma Menção Honrosa no Prémio Internacional Compostela para Álbuns Ilustrados pelo livro Ovelhinha Dá-me Lã (Kalandraka).

Em 2010 ganhou o Prémio Nacional de Ilustração, com O Papão no Desvão, de Ana Saldanha (Caminho).

Em 2013, A Ilha (Planeta Tangerina), de João Gomes de Abreu e Yara Kono, ganhou uma Menção do Júri na categoria Opera Prima nos Bologna Ragazzi Awards. No mesmo ano, recebeu uma Menção Especial no Prémio Nacional de Ilustração com o livro Uma onda pequenina (Planeta Tangerina).