29 set , 2007
SÁB
fora de cena Cantos da língua Em cada Canto, as palavras e as músicas de uma Língua Estreado em Março de 2006, enforma um trabalho que, embora não distanciado da sua natureza artística primordial, assume-se como espectáculo onde a palavra dita e musicada é protagonista. A edição do CD contou com os preciosos afectos de dois talentos
29 set , 2007
SÁB
Estreado em Março de 2006, enforma um trabalho que, embora não distanciado da sua natureza artística primordial, assume-se como espectáculo onde a palavra dita e musicada é protagonista. A edição do CD contou com os preciosos afectos de dois talentos

fora de cena

Calendarização

29 set
sáb
Lousada  (Auditório Municipal de Lousada)
17 set
seg
Beja  (Beja - Pax Julia)
17 ago
sex
Castro Daire  (Festival Altitudes - Montemuro)
31 mar
sáb
Moita  (Fórum José Figueiredo na Moita)
30 mar
sex
Almada  (Auditório Fernando Lopes Graça em Almada)
01 mar
qui
Coimbra  (Showcase na FNAC de Coimbra)
24 fev
sáb
Tondela  (Auditório 1 da ACERT)
23 fev
sex
Oliveira de Frades  (Cine-Teatro Dr. Morgado em Oliveira de Frades)
01 fev
qui
Lisboa  (Teatro da Luz em Lisboa)
23 jan
ter
  (Sala Nasa (GALIZA))
03 dez
dom
  (Casa das Artes de Famalicão)
28 out
sáb
  (Guimarães - Centro Cultural Vila Flor)

Cantos da língua

Em cada Canto, as palavras e as músicas de uma Língua

Celebrar, em espectáculo e CD, uma viagem de 26 anos…

Desde 1980 que o Trigo Limpo teatro ACERT desenvolve uma criação regular de iniciativas onde a palavra é a protagonista, alimentando namoros entre teatro, música e poesia.
Num primeiro momento, nasceu a declamação de José Rui Martins com instrumentistas ocasionais e decididos à aventura. Num período mais longo, juntou-se-lhe o talento de Carlos Clara Gomes em formatos de espectáculo distintos, com muitos outros músicos.
Em 1999, Soltar a Língua dá um novo impulso ao projecto, com a participação constante de Carlos Peninha, Mariana Abrunheiro e, mais tarde, Miguel Cardoso.
Este novo “CANTOS DA LÍNGUA”, estreado em Março de 2006 (num ano que marca os 30 anos de actividade da ACERT), enforma um trabalho que, embora não distanciado da sua natureza artística primordial, assume contornos de um desafio criativo mais louco e exigente, passando a contar com a nova sonoridade da violoncelista Lydia Pinho.
Desejámos correr riscos apaladados por um repertório cujos originais expusessem a nossa convicção em comunicar com a palavra – dita e musicada – feita espectáculo. Carlos Peninha tirou do seu baú musical preciosidades contagiantes, num CD que desvenda trilhos da arte de celebrar a palavra dita, contando ainda com o contributo fraterno de músicos convidados do nosso encantamento.
Sons, arranjos e interpretações tomaram a medida de um empenho e compromisso colectivos, salientando a dimensão e sentido dos escritores que nos matam solidões.
Um CD que, mesmo antes do estúdio, já tinha ganho rodagem junto de audiências em muitas partes do país. A selecção dos temas editados não esgota o repertório daquilo que, ao vivo, permanentemente reanimamos.
Temos procurado brindar o público com um sinal que possa fazê-lo refrescar os nossos próprios sinais, salvaguardando esse momento irrepetível, que apenas no palco se proporciona, enquanto exercício onde nos oferecemos com a genuinidade exigida por cada plateia e ocasião.
Contámos com os preciosos afectos de dois talentos da música portuguesa da actualidade, Amélia Muge e José Martins. Este trabalho possui, sem dúvida, o toque da sua distinta genialidade de músicos e companheiros de aventura. Que encanto tê-los connosco nesta viagem…
Enfim, tanto o Livro/CD como o espectáculo são portadores de uma comunicação com as deliciosas ignorâncias que a língua nos guarda, e que desejamos continuar a praticar, através de uma partilha daqueles desassossegos com que a arte exalta a vida.

Os Intérpretes

Ficha técnica e artística

Produção TRIGO LIMPO teatro ACERT
Interpretação Carlos Peninha, José Rui Martins, Lydia Pinho, Mariana Abrunheiro e Miguel Cardoso
Direcção Artística José Rui Martins e Mariana Abrunheiro
Direcção Musical Carlos Peninha
Concepção teatral José Rui Martins - Ai! Se Sêsse!, Saldo Negativo, Habeas Pinho, Melão ao Mar, Só para Pobres, Luz Negra e Festejos de Aldeia
Design gráfico e ilustrações José Tavares
Pesquisa literária José Rui Martins
Técnicos de Som e Luz Luís Viegas, Paulo Neto, Cajó Viegas
Secretariado de Produção Marta Silva e Paula Coelho
Fotos Carlos Teles e Eduardo Araújo
Vídeo Zito Marques


Galeria de Imagens