14 FEV
SÁB
11:00
teatro FERNANDA E A INESPERADA VIRTUDE DE APRENDER A VOAR Mochos no Telhado Um espetáculo sobre poder de acreditar e persistir nos nossos sonhos, através do voo de uma gaivota.
Classificação
Maiores de 6
Duração
45 MIN
Preço

Bilhete Família

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14 FEV
SÁB
11:00
Um espetáculo sobre poder de acreditar e persistir nos nossos sonhos, através do voo de uma gaivota.

teatro

Para famílias

teatro público escolar

estreia

Classificação
Maiores de 6
Duração
45 MIN
Preço

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Calendarização

14 fev
sáb
11:00
2026
Tondela  (Auditório 2)

FERNANDA E A INESPERADA VIRTUDE DE APRENDER A VOAR

Mochos no Telhado

Fernanda é uma gaivota, diferente das outras gaivotas, que não se contenta com voos curtos e repetidos. Todos os dias tenta um novo salto, um novo ritmo, um novo voo. Todos os dias cai, mas cada queda é apenas o começo de uma nova tentativa. “Voar, cair, levantar e voltar a tentar”.
Neste espetáculo, acompanhamos Fernanda na sua descoberta de que a persistência é uma forma de coragem e que a imaginação é a asa mais rápida que existe. 


Estreia para público escolar no dia 12 e 13 de Fevereiro.

Calendarização

14 fev
sáb
11:00
2026
Tondela  (Auditório 2)

Ficha técnica e artística

Direção Artística: Cláudia Gaiolas e Sofia Moura

Texto: Sandro William Junqueira - a partir do livro de Richard Bach – “Fernão Capelo Gaivota” (“Jonathan Livingston Seagull” – título original)

Co-criação: Cláudia Gaiolas, Sofia Moura, Matilde Barbas e Miguel Rodrigues

Interpretação: Sofia Moura e Miguel Rodrigues 

Apoio ao Movimento: Matilde Barbas

Música: Miguel Rodrigues

Cenografia e Figurinos: Inês de CarvalhoConfeção de Figurinos: Nuno Queirós - Atelier de costura Deolinda Ribeiro

Direção Técnica e Desenho de Luz: Afonso Ferreira LemosDesign e Fotografia: Luís Belo

Direção Executiva/Artística: Dennis Xavier

Produção Executiva: Marta Costa

Assistência de produção: Filipa Fróis, Gabriel Vilela e Raquel VenturaAgradecimentos: Teresa Gentil e Lugar Presente

Produção: Mochos no Telhado 

Público-alvo: M/6

Duração: 45 min

Financiamento: DGArtes - Ministério da Cultura, Desporto e Juventude - República Portuguesa; Fundação GDA

Co-produções: Centro de Artes de Águeda, Centro Cultural de Carregal do Sal, Centro das Artes do Espetáculo de Sever do Vouga, Auditório Municipal Augusto Cabrita, Cinema-Teatro Joaquim d’Almeida, Cineteatro Messias 

Parceiros: Casa das Artes de V.N. Famalicão, ACERT, CENDREV, 23 Milhas,Teatro Municipal da Guarda, A Moagem, Municípios de Viseu e de Castro Daire


TEXTO COMPLEMENTAR

Este espetáculo nasceu da vontade de trabalhar a partir do aclamado livro “Fernão Capelo Gaivota”, de Richard Bach, que conta a história de uma gaivota que quer voar mais alto e mais rápido do que todo o Bando, e que voa, acima de tudo, pelo simples prazer de voar. É uma história sobre superação, sobre a procura de sentido e sobre a dedicação a algo que, à partida, parece não servir para nada.


Rapidamente percebemos que a história de Fernão, sobretudo nas suas partes finais, se torna complexa para o público infantil, enveredando por uma reflexão crítica sobre a religião e a ausência de pensamento livre. Interessa-nos, por isso, partir de outro lugar: o da persistência e da determinação, da coragem em ser diferente e romper com a herança familiar imposta, através do estudo da aeronáutica avançada que se transformou, nesta nova narrativa, na capacidade de imaginar e transformar a realidade com a própria imaginação.


Nasceu assim a Fernanda. Uma gaivota sonhadora, estudiosa e exploradora do voo. Uma gaivota que não desiste. “Voar, cair, levantar e voltar a tentar” é o seu lema.
A sua procura leva-a aos Penhascos Mais que Inóspitos, onde encontra o Mestre Chuang. É aqui que o espetáculo se cruza com filosofias orientais que nos convidam a desacelerar para ir mais longe, a compreender que a velocidade não está apenas no corpo, mas também no pensamento e na forma como olhamos o mundo.


A Fernanda e o Mestre recordam-nos da famosa fábula da lebre e da tartaruga e do caminho diferente que cada uma faz até à sua própria meta. Recordam-nos, também, do Panda do Kung Fu e do Karate Kid e de muitas outras histórias sobre dedicação, determinação e sonho.
Voar é (pode ser), afinal de contas, muitas coisas diferentes e é isso que desejamos que a Fernanda seja: um convite à imaginação, à liberdade e à descoberta. Um espaço onde cada um possa encontrar o seu próprio voo, especialmente para o público mais novo que ainda sabe ver a magia numa gaivota (ou num balão) a voar.
Fernanda Filha Gaivota = Possibilidades de voar.