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PARA TI, SOPHIA
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Local:  Auditório 2
Data/Hora:  Sex, 23 de novembro de 2018 às 21:45
Local:  Auditório 2
Data/Hora:  Sáb, 24 de novembro de 2018 às 21:45
Local:  Auditório 2
Data/Hora:  de 26 a 28 de novembro de 2018 às 10:30 e 14:30 (Púb Escolar)
Local:  Quinta da Caverneira - Maia
Data/Hora:  Sáb, 2 fevereiro de 2019 às 21:30
Local:  Centro de Animação Cultural de Mortágua
Data/Hora:  Qui, 21 março de 2019 às 10:20 e 14:30

PARA TI, SOPHIA
Trigo Limpo teatro ACERT

Texto do Autor

Sophia de Mello Breyner Andresen

Biografia
Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu a 6 de novembro 1919 no Porto, onde passou a infância. Em 1939-1940 estudou Filologia Clássica na Universidade de Lisboa. Publicou os primeiros versos em 1940, nos Cadernos de Poesia. Na sequência do seu casamento com o jornalista, político e advogado Francisco Sousa Tavares, em 1946, passou a viver em Lisboa. Foi mãe de cinco filhos, para quem começou a escrever contos infantis. Além da literatura infantil, Sophia escreveu também contos, artigos, ensaios e teatro. Traduziu Eurípedes, Shakespeare, Claudel, Dante e, para o francês, alguns poetas portugueses.

Em termos cívicos, a escritora caracterizou-se por uma atitude interventiva, tendo denunciado ativamente o regime salazarista e os seus seguidores. Apoiou a candidatura do general Humberto Delgado e fez parte dos movimentos católicos contra o antigo regime, tendo sido um dos subscritores da "Carta dos 101 Católicos" contra a guerra colonial e o apoio da Igreja Católica à política de Salazar. Foi ainda fundadora e membro da Comissão Nacional de Apoio aos Presos Políticos. Após o 25 de Abril, foi eleita para a Assembleia Constituinte, em 1975, pelo círculo do Porto, numa lista do Partido Socialista. Foi também público o seu apoio à independência de Timor-Leste, consagrada em 2002.

A sua obra está traduzida em várias línguas e foi várias vezes premiada, tendo recebido, entre outros, o Prémio Camões 1999, o Prémio Poesia Max Jacob 2001 e o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana – a primeira vez que um português venceu este prestigiado galardão. Com uma linguagem poética quase transparente e íntima, ao mesmo tempo ancorada nos antigos mitos clássicos, Sophia evoca nos seus versos os objetos, as coisas, os seres, os tempos, os mares, os dias.
Faleceu a 2 de julho de 2004, em Lisboa. Dez anos depois, em 2014, foram-lhe concedidas honras de Estado e os seus restos mortais foram trasladados para o Panteão Nacional.

Em www.portoeditora.pt

Nota

É fascinante como Sophia escreve, no conto infantil “A Floresta” (1968), de uma maneira tão simples e tão bonita sobre a sua própria infância e sobre os “valores” em que acredita numa narrativa que, não deixando de ser simples e bonita, é riquíssima de imagens e cruza o imaginário de vários contos universais.

O Trigo Limpo teatro Acert, em “Para ti, Sophia”, construiu no palco um pequeno mundo habitado por três atores que se divertem “reinando” com as palavras da autora e contando esta sua história e acreditando sempre que as coisas extraordinárias e as coisas fantásticas também são verdadeiras.

Este “Para ti, Sophia” é a nossa prenda no centésimo aniversário da autora. Devolvemos-lhe o seu livro em forma de peça de teatro.


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