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Parque Urbano de Tondela 13 jul'16 às 22:00
Junto ao Mosteiro de Alcobaça - Festival Books & Movies Sáb, 15 out'16 às 21:00
Largo Dr- Couto - Mangualde Sáb, 1 jul '17 às 21:30
Praça do Município - Vila Nova de Paiva Sáb, 29 jul '17 às 21:30
Praça do Antigo Mercado - Penalva do Castelo Sáb, 5 ago'17 às 21:30
Campo da Feira - Vouzela Sáb, 12 ago'17 às 21:30
Junto à Câmara Municipal - sátão Sáb, 19 ago'17 às 21:30
Parque Urbano de Tondela Sáb, 26 ago'17 às 21:30
Campo da Feira - Aguiar da Beira Sáb, 9 set'17 às 21:30
Praça do Município - Nelas Sáb, 16 set'17 às 21:30
São Pedro do Sul Sáb, 30 set'17 em São Pedro do Sul
Parque Urbano de Castro Daire Sex, 22 de junho de 2018 às 21:30
Lg. Dr. Joaquim de almeida - Oliveira de Frades Sex, 14 de Setembro de 2018 às 22:00
Largo do Rossio, Santa Comba Dão Sáb, 29 setembro de 2018 às 21:30
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O PEQUENO GRANDE POLEGAR
Ou a estória de um menino pequeno no mundo dos grandes
M/3
Sinopse
Doze espetáculos de teatro de rua ganharam vida ao longo destes 40 anos da ACERT. Uma história que é o sonho de um menino de verdade e o espaço onde uma pequena-grande criança, a marioneta gigante deste espetáculo, muda a vida de uma comunidade, devolvendo-lhe os sonhos, a esperança e o futuro. O menino de verdade descobre a sua vocação para a leitura e a escrita, percebendo que descobri-la é abrir as comportas para o infinito de todos os mundos, possíveis e impossíveis, e até para a transformação do mundo de todos os dias. Adormecendo embalado com um livro, o menino sonha. Numa aldeia onde há muito não nascem crianças, uma gravidez pouco convencional torna-se símbolo de todas as esperanças. A aldeia está ameaçada. Uma voz sem rasto, e ainda assim autoritária, anuncia-lhe o fim por já não nascerem crianças há muito e quando todos se preparavam para abandonar a sua terra, uma criança nasce, enfim. Qual Polegarzinho, anuncia-se minúscula, mas nós sabemo-la (e vemo-la) grande, gigante, do tamanho de todos os sonhos. Será ela a responsável por despertar vontades que se julgavam abandonadas, recusando a apatia prometida pelo comércio de sonhos vãos e caminhando em direção ao futuro e à vida, ao tempo onde se falha para melhor acertar, não sem antes exigir para os seus o mais pequeno dos direitos básicos, o direito a sorrir e com vontade.
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