Querido diário,
Hoje foi a segunda noite em Macau. O jet lag existe — não é nenhuma invenção francesa. Acordei às seis da manhã em Macau, quando em Portugal eram ainda onze da noite. Acordei cheio de vontade de ir dormir, mas sem ter sono nenhum.
Ontem demos entrevistas, almoçámos arroz de pato como se estivéssemos em Portugal e jantámos rabo de boi como se estivéssemos na China, sempre acompanhados de uma Tsingtao que, gelada, é uma utopia distante.
Hoje começámos os nossos espetáculos. Fizemos O Queres Que Eu Te Conte para 130 crianças, que tinham tanta vontade de cantar e de contar histórias como a Ilda tinha de fazer o espetáculo. Foi bonita a festa, pá!
Prometemos continuar a percorrer as ruas de Macau com a mesma vontade e alegria com que celebramos os 50 anos da ACERT.