SÁB
Maiores de 12
90 min.
Entrada Gratuita
SÁB
finta
café teatro
Maiores de 12
90 min.
Entrada Gratuita
Calendarização
sáb
ULTRANOITE GALEGA
Sinopse
A “Ultranoite” é um formato teatral criado e desenvolvido na Sala Nasa de Santiago de Compostela desde 1993. Um espetáculo anfíbio que se alimenta de géneros teatrais populares como o cabaré e o teatro de variedades, vaudeville e café-teatro, music hall e revista, sem se assemelhar a nenhum deles.
A tudo isso, acrescenta-se a sensibilidade contemporânea da performance, a urgência da agitação e propaganda, o imediatismo do underground, uma ironia visceral e uma estética que reivindica a perrallada como uma arte cénica que é pobre por defeito, para se posicionar num território artístico um pouco além do teatro.
“Ultranoite” é teatro de usar e descartar porque utiliza eventos e temas da atualidade como material residual para compor canções, vídeos e números teatrais que nunca se repetem. “Ultranoite” é a contranarrativa das crónicas sociais e um fenómeno meteorológico único na história recente da produção cultural galega. “Ultranoite” já foi encenada em diferentes palcos ao longo de 33 anos. Já foram realizadas 115 edições diferentes.
Porquê uma Ultranoite galega em Tondela?
Em junho de 1995, Trigo Limpo visitou a Sala Nasa pela primeira vez. Um mês depois, Chévere apresentou “Annus Horríbilis” em Tondela, com uma equipa formada por Miguel, Patricia, Fran, Pepe, Suso, Manolo, Carlos e Xesús. Um pacto de amizade galego-portuguesa foi então naturalmente estabelecido, enriquecido por viagens de ida e volta e muitas outras colaborações. Para celebrar o 50º aniversário do Trigo Limpo, reunimos uma equipa de artistas galegos, que foram residentes ocasionais na Acert e em Tondela.
Aqui estamos mais uma vez para vos oferecer uma seleção de números que fizeram parte de algumas Ultranoites e partilhar risos, música e pequenas histórias em comum. Viva o Trigo Limpo!
Calendarização
sáb
Ficha técnica e artística
Equipa: Patricia de Lorenzo, Miguel de Lira, Xron, Mónica García, Arantza Villar, Borja Fernández, Antón Coucheiro, Carlos Santiago, Quico Cadaval Música ao vivo: Xacobe Martínez Antelo, Manuel Cebrián, Carlos Freire.