Teatro de Robertos

TEATRO DOM ROBERTO
O barbeiro diabólico
Com Filipa Mesquita e André Lima - Teatro e Marionetas de Mandrágora

10h30: Cortiçada (local a definir)
16h30: Parque Urbano de Tondela

Teatro e Marionetas de Mandrágora é uma companhia profissional de teatro de marionetas, fundada em 2002. As suas criações artísticas caracterizam-se pela exploração de diferentes técnicas de manipulação e construção de marionetas.

Apaixonada pelo Teatro de Robertos, Filipa Mesquita é uma das duas mulheres bonecreiras em Portugal. Durante anos observou as histórias, as barracas, os fantoches, os adereços e tornou-se inevitável criar um teatro dom Roberto, caminhando pelo legado tradicional, mas dando-lhe um cunho pessoal.


Dança

Com Leonor Barata

11h30: Cortiçada (local a definir)
17h30 – Parque Urbano de Tondela

Leonor Barata é licenciada em Filosofia pela Universidade de Coimbra e completou a pós graduação em Estudos Artísticos na mesma instituição. Fez a sua formação em dança no Forum Dança no curso de intérpretes de dança contemporânea. Foi intérprete em vários espetáculos de dança e de teatro.
O seu trabalho é extenso na área da Pedagogia Artística sendo colaboradora regular de várias instituições. Como criadora apresentou várias propostas para o público jovem: A Menina do Mar (2004), Pretas e Vermelhas Penduradas nas Orelhas (2007), Fios e Labirintos (2010) e Azul! (2012) e Ver a Odisseia para chegar a Ítaca (2016) ainda em digressão e está a preprar a sua nova criação Dos Deuses, com estreia prevista em 2021. É, desde 2020 Artista Residente do Agrupamento de Escolas Gomes Teixeira, em Armamar, ao abrigo do Plano Nacional das Artes .


Cruzamentos Artísticos: Teatro e Cerâmica

Com Sandra Santos (Trigo Limpo teatro ACERT) e Xana Monteiro

12h30: Cortiçada (local a definir)
18h30: Parque Urbano de Tondela

Sandra Santos desde cedo as artes despertaram nela uma paixão. Em 1995, ao frequentar o projeto PAIDEIA – Tenda de Teatro e Música, descobriu o gosto pela representação. Licenciou-se em Estudos Teatrais pela Universidade de Évora e em 2003 enamorou-se pelo Trigo Limpo teatro ACERT, onde ainda hoje trabalha.

Xana Monteiro exprime a sua linguagem interior através da cerâmica. Deixa o pensamento fluir livremente, criando uma identidade muito própria, singular e orgânica. Tenta ir bem longe, alcançando os seus sentimentos mais profundos. E deixa os seus sonhos voarem e, com eles, o sonho da cerâmica negra portuguesa voar ainda mais longe, longe aonde os nossos antepassados nunca sonharam chegar, longe mas perto do lugar consagrado às outras artes criativas.