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“DONA PURA E OS CAMARADAS DE ABRIL”
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Calendarizaçao
Local:  Auditório Teatro das Beiras, Covilhã
Data/Hora:  Terça a Sábado, 11, 12, 15, 16 17 e 18 Mar'11; às 21:30
Local:  Auditório 1
Data/Hora:  PÚBLICO ESCOLAR | 5ª Feira, 24 Mar'11, às 10:00 e 14:30, e 6ª Feira, 25 Mar'11, às 10:00
Local:  Auditório 1
Data/Hora:  ESTREIA | Sábado, 26 Mar'11, às 21:45

“DONA PURA E OS CAMARADAS DE ABRIL”
Trigo Limpo teatro ACERT/ Teatro das Beiras

Texto do Encenador

Dona Pura

A partir do texto “Dona Pura e os camaradas de Abril” de Germano Almeida inventámos o teatro. De forma simples fomos fabricando a narrativa. Discutindo e descobrindo as pessoas que a contam... Esses cabo‑verdianos, a Dona Pura, o Sr. Firmino, O Eng.º Natal e o seu Primo, Doutor e narrador de toda a trama. E porque teatrar é brincar fomos inventando ainda mais e imaginámo-nos como um grupo de teatro universitário que queria apresentar um espectáculo de reflexão sobre o 25 de Abril e tinha este texto de um cabo-verdiano e pouco mais. Meios escassos, muita força de vontade mas pouco mais. E metemos mãos à obra. Daí em diante foi gozo, prazer, e trabalho, muito e duro, porque isto de “quem corre por gosto não cansa” é bonito de dizer a quem faz aquilo de que gosta mas o fazer por gosto não deixa de ser trabalho. O encontro do Teatro das Beiras com o Trigo Limpo teatro Acert para a construção deste espectáculo é etapa de um percurso anterior de muita cumplicidade no desenvolvimento da descentralização teatral, é a continuidade de uma actividade de criação teatral radicada no interior do país e apostada na itinerância nacional e internacional. É um trabalho iniciado após o 25 de Abril. Este espectáculo é a homenagem a essa data, que alterou o rumo da nossa história, e ao primeiro de Maio de 1974, dia em “que todo aquele povo na rua tinha-se finalmente assumido como o guardião da Revolução e estava vigilante quanto à sua segurança…”.

Estes acontecimentos não se revivem, mas podemos reflectir sobre eles. E a equipa que faz esta peça apenas pretende dar testemunho de um processo de criação que tentou beber dessa pureza inicial e fazer viver as personagens que vos apresentam um pedaço da sua simples história. “Mesmo passado tanto tempo, continuamos com o hábito de todos os anos reunir os amigos para comemorar o 25 de Abril de 1974!”

Pompeu José


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